A inquietude. Foi assim que surgiu o conceito da Ásense: o inconformismo dos seus idealizadores de se acomodar com o cenário econômico e de mercado no qual estavam inseridos. Estamos falando de Brasil, de Nordeste, mais especificamente da cidade de Salvador na Bahia. Daniel, Igor, Leonardo, Lucas e Ricardo, são cinco jovens baianos, na faixa dos seus 25 a 28 anos, que discutiam sobre o ambiente de negócios na capital baiana. Entre as ideias expostas nos diálogos, ficava claro o potencial que o mercado local e o país como um todo é capaz de gerar. O desejo comum era de ser mais ativo e de contribuir expressivamente para o rompimento daquele cenário que os incomodava.

O vínculo inicial que ligou os sócios foi o MEJ – Movimento Empresa Júnior, de qual todos fizeram parte, mesmo que em diferentes períodos. Após o egresso do movimento, em outra fase de suas vidas: Daniel, administrador, que trabalhou anos com projetos econômico-financeiros de diversos segmentos e portes de empresas; Igor, também administrador, com experiência em consultoria de gestão e gestão estratégica; Leonardo, o terceiro administrador do grupo, também com experiência em consultoria e gestão; Lucas, engenheiro eletricista, que trabalhara na mesma empresa que os três sócios citados há pouco, na área de consultoria, além de experiência em vendas de lâmpada LED em sua área de formação; e por fim Ricardo, engenheiro civil, que acabou enveredando mais pela área da gestão e administração, do que da engenharia de fato; chegaram a uma conclusão: deveriam começar o seu próprio negócio. Mas que tipo de negócio? O que poderia garantir a eles gerar um impacto no mercado, e que estivessem alinhado com o know how em comum de todos? Uma empresa de consultoria em negócios.

Mas claro, não poderia ser uma mera consultoria empresarial, teria que ter um diferencial. Passaram a discutir então sobre o mercado de consultoria de Salvador, bem como o Baiano e o Nordestino. Muitos dos sócios já haviam vivenciado o ramo e sabiam de algumas “dores” dos clientes ou pontos importantes que as empresas do ramo comumente pecavam. Estava claro na mente de todos, portanto, que o negócio pensado (ainda sem nome) focaria em: relacionamento verdadeiro com o cliente, de não ser apenas um prestador de serviço, mas um amigo ou parceiro; que não apenas ajudaria os clientes a planejarem melhor os seus negócios, mas que estariam lado a lado executando o planejamento para que o projeto fosse implementado; e que estariam dispostos a trazer conteúdo e conhecimento teórico relevante para que os clientes aplicassem no seu cotidiano. O maior comprometimento seria com o resultado efetivo que se traria para o cliente: ajuda-lo a atingir um grande objetivo, aumentar seu faturamento, aumentar a margem de lucro, reduzir despesas, melhorar a imagem da marca, auxiliar numa tomada de decisão mais assertiva…não importasse o projeto, tinha que se trazer resultados concretos para o negócio dos clientes.

Inspirando-se no modelo de consultoria das grandes do ramo no mundo (Mc Kinsey, Delloitte, Falconi, dentre outras) e de empresas de outros segmentos (Google, Waze e Disney, por exemplo) mas que refletem valores que os sócios se espelham, chegaram à conclusão de que o negócio estaria comprometido a imergir nas empresas dos clientes, vivendo o seu dia a dia, para diagnosticar os problemas, propondo projetos de melhoria e já implementando e acompanhando as soluções pensadas. Com isso seriam capazes de manter um relacionamento próximo com o cliente, prezando sempre pelo alinhamento, se mostrando dispostos e comprometidos com os resultados, pois estariam “trabalhando no negócio do cliente como se fosse o nosso”.
Vivendo a rotina empresarial dos clientes, viram que seriam capazes de adentrar de maneira mais profunda na cultura do negócio, facilitando a percepção de necessidade de mudança, melhorias, oportunidades de negócios, além de poder enraizar novos conhecimentos técnicos a todos. Isso tudo com um foco: resultado, no final sempre deveria culminar com a melhora do resultado do cliente, estar mais próximo do que o gestor definiria como sendo o seu “sucesso”. A ideia estava muito bem construída, estavam orgulhosos do que haviam idealizado, mas o negócio ainda não possuía um nome.

Os cinco sócios então começaram a fazer um grande brainstorm para construir o nome da marca. Logo, palavras como: criar, compartilhar, desenvolver, ensinar, planejar, executar, vieram à tona. Também pensaram no que NÃO queriam ser: prepotentes, transmitir irresponsabilidade ou soberba, serem antiéticos, trabalhar por algo que não acreditam. Fizeram um resumo dos diferenciais da empresa pensados até então: parceria, relacionamento, inovação e personalização. Pensaram ainda na cultura do negócio, naquilo que queriam difundir: objetividade, foco em resultados, aprendizado, educação e ser uma empresa leve e descontraída. A partir desse DNA, surgiu então o tão desejado nome: Ásense – Impulsionadora de Negócios.

Ásense, é a junção entre três conceitos importantíssimos na formação do negócio: ágape, oriundo do latim, que significa amor, companheirismo, estar próximo; ascensão, de ascender, levantar ou impulsionar alguma coisa; e por fim, senso, que significa percepção, sentir, entender o outro. O “Impulsionadora de Negócios” vem para resumir em uma frase o conceito da Ásense. O propósito carregado pelo negócio e pelos cinco sócios é “impulsionar negócios para o sucesso”, compreendendo que “sucesso” é um conceito relativo, e que cada um determina o que é esse conceito para si. Temos como foco, quatro Visões de curto, médio e longo prazo:

  • Visão – Ano 01: ter formado a nossa identidade enquanto empresa;
  • ]Visão – Ano 05: ser reconhecida pela construção de um novo conceito de consultoria no mercado baiano;
  • Visão – Ano 10: ser reconhecida como uma empresa que participou ativamente do desenvolvimento da região;
  • Visão – Ano 20: ser uma empresa com abrangência nacional (foco no Nordeste e no exterior).

Esses são os grandes objetivos que nos norteiam todos os dias. A visão clara do que queremos como empresa, é um propósito crítico para que seja possível que a Ásense se torne um elemento ativo e transformador da economia local. Para isso, os sócios entenderam que quatro Sensos, compreendidos como os valores da empresa, seriam cruciais nessa empreitada: 1) Pertencimento, é se sentir parte do todo, se identificar e caminhar juntos por um propósito comum; 2) Partilha, é a importância de dividir e propagar o bem, seja conhecimento, boas relações e resultados; 3) Ousadia & Atitude, é fazer as coisas não tendo medo do erro, mas enxergando os riscos e compreendendo que por vezes será necessário fugir do usual; 4) Humildade & Honestidade, é, acima de tudo, jamais ser soberbo em nossas relações, propagando sempre a verdade.

A Àsense prega e compactua seus valores e cultura para todos aqueles com que se relacionam: fornecedores, parceiros, clientes, empresas do mesmo ramo, governo; pois entende que todas as relações devem ser regidas por essas condutas. Entende também que deve alcançar seus objetivos sem ser desonesto, pregando verdade, transparência e leveza nas relações. Para os sócios, ser um Impulsionador de Negócio é focar no resultado do cliente, no seu bem-estar e relação, pois acreditam que ambos podem e devem crescer juntas.

Compreende-se também que a Ásense, enquanto organização, sempre terá papel ativo socialmente, atuando como um agente de melhoria da sociedade. Sendo assim, a empresa também deve ter papel ativo na educação empreendedora e de gestão, através da realização de cursos, capacitações, treinamentos, transmissão de know how em projetos, se comprometendo a atuar sobre os indicadores de educação do país. Educação deve ser uma prioridade para o governo, assim como nós nos comprometemos a colaborar com esse quadro.

A inquietude sempre fará parte da cultura e propósito da Ásense Impulsionadora de Negócios, por isso, o pensamento crítico e a constante busca por novos desafios, guiam as ações de seus fundadores.

“A melhor maneira de prever o futuro é criando-o”
Peter Drucker

1 comentário em “Conceito e histórico da Ásense”

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